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G1

Por Rafael Aleixo, Giselle Loureiro, g1 AP e Rede Amazônica — Macapá

Espaço terá uma área equivalente à da Lituânia e será destinado para recuperação de áreas de ressaca de Macapá e Santana, apreciação do meio ambiente e práticas esportivas

O projeto Amaparque, do governo do Amapá, foi um dos selecionados na cooperação entre a associação mundial Governos Locais pela Sustentabilidade (Iclei) e o Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (Caf), que impulsionam o desenvolvimento sustentável regional por meio do financiamento de projetos e apoiam municípios na implementação de políticas e práticas sustentáveis.

Um dos objetivos do projeto é reverter a degradação ambiental das zonas úmidas e da biodiversidade de Macapá e Santana. O Amaparque é o maior projeto de biodiversidade e preservação de áreas úmidas urbanas da Amazônia.

Além do belo visual, o projeto promete implementar soluções inovadoras para a região, como explica Zico Araújo, secretário de Relações Governamentais do Amapá.

“O projeto Amaparque vai ocupar bastante espaço da nossa capital, numa bacia hidrográfica que é ligada ao igarapé da Fortaleza. Nós vamos fazer uma ocupação com museu, mirantes, lanchonetes temáticas, que possam retratar a história do Amapá, a história da Amazônia e a da cidade de Macapá”, explicou o secretário.

O aporte que poderá vir a ser liberado para o projeto por meio do Caf é de US$ 30 milhões.

O custo total do projeto é de cerca de R$ 395 milhões. Os US$ 30 milhões de financiamento anunciados nesta quarta-feira (12) equivalem a R$ 174 milhões.

Sobre o projeto

O projeto abrange cerca de 6.500 hectares, com área equivalente à da Lituânia, tornando-se a maior unidade de conservação urbana do mundo. 

Com o projeto, o Amapá terá a possibilidade da elevação do primeiro sítio Ramsar do Brasil, que compreende a uma área úmida de relevância ecológica internacional.

Fonte: G1